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Legitimidade do poder e resitência em Thomas Hobbes e John Locke

Juliano Cordeiro da Costa Oliveira

Autor
Juliano Cordeiro da Costa Oliveira
Revista
Kalagatos
Edição
10 / 20
Ano
2021
DOI
10.23845/kalagatos.v10i20.6082
Páginas
171-192
Idioma
pt
2021Juliano Cordeiro da Costa Oliveira. Legitimidade do poder e resitência em Thomas Hobbes e John Locke. Kalagatos, v. 10, n. 20, p. 171-192, 2021.3

Debateremos a legitimidade do poder e a possibilidade da resistência em Thomas Hobbes e John Locke. Em Hobbes, com a sociedade civil, podemos estabelecer conceitos como justo e injusto. Já em Locke atingimos as leis ainda no estado de natureza. Entretanto, como não há, no estado de natureza, um poder político constituído, há sempre a possiblidade de um homem atacar o outro. Em Locke, o Estado não é tão soberano como em Hobbes. Este enfatiza o caráter absoluto doEstado; aquele os limites do próprio Estado e o direito à desobediência civil, caso o Estado viole o direito natural.