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Liberdade e Autonomia: Repensando as formas da revolução em Beethoven

Jorge de Almeida

Autor
Jorge de Almeida
Revista
Revista Limiar
Edição
7 / 13
Ano
2020
DOI
10.34024/limiar.2020.v7.10881
Páginas
13-27
Idioma
pt
2020Jorge de Almeida. Liberdade e Autonomia: Repensando as formas da revolução em Beethoven. Revista Limiar, v. 7, n. 13, p. 13-27, 2020.3

Este ensaio tem como objetivo refletir sobre algumas questões importantes da história da recepção da obra de Ludwig van Beethoven, por ocasião dos 250 anos de seu nascimento. Diante das descobertas de John Eliot Gardiner sobre a existência de “citações subversivas” inseridas em suas sinfonias, argumentamos que é necessário repensar os fundamentos de uma tradição filosófica de interpretação estética (cujos representantes principais são E. T. A. Hoffmann e Theodor Adorno) que elegeu a autonomia como critério histórico, crítico e filosófico para a justa apreciação das relações entre música e política na obra de Beethoven.