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Margareth Rago: a historiadora filósofa feminista

Cristiane Maria Marinho

Autor
Cristiane Maria Marinho
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
17 / especial2
Ano
2025
Páginas
8-17
Idioma
pt
2025Cristiane Maria Marinho. Margareth Rago: a historiadora filósofa feminista. Argumentos - Revista de Filosofia, v. 17, n. especial2, p. 8-17, 2025.1

O artigo se propõe, primeiro, apresentar uma rápida trajetória sobre a historiadora filósofa (ou filósofa historiadora) Margareth Rago, contextualizando seu itinerário teórico e suas pesquisas feministas, bem como sua contribuição para o fortalecimento dos estudos feministas no Brasil. Em seguida, farei um recorte, especificamente, sobre dois de seus livros intitulados Do Cabaré ao lar. A utopia da cidade disciplinar. Brasil, 1890-1930 e Os Prazeres da Noite. Prostituição e códigos da sexualidade feminina em São Paulo, 1890-1930, incluindo seus desdobramentos de pesquisa, no qual é possível constatar o uso do pensamento de Michel Foucault, seu principal interlocutor filosófico, como ferramenta para pensar o presente do feminismo.