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MARX E A NOÇÃO DE UNIVERSALIDADE: um traço hegeliano nos Grundrisse, de Marx

Allysson Flôres Santos

Autor
Allysson Flôres Santos
Revista
PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
Edição
7 / 14
Ano
2021
DOI
10.26512/pl.v7i14.23363
Páginas
10 - 19
Idioma
pt
2021Allysson Flôres Santos. MARX E A NOÇÃO DE UNIVERSALIDADE: um traço hegeliano nos Grundrisse, de Marx. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 7, n. 14, p. 10 - 19, 2021.1

Este artigo tem como finalidade propor uma conexão que evidencie a influência hegeliana (tendo como base a obra Ciência da Lógica) na leitura de Marx acerca dos economistas liberais e da interpretação que fazem da sociedade, principalmente nos temas abordados na primeira divisão de sua obra Elementos fundamentais para a crítica da economia política (Grundrisse). Tais temas consistem na análise de uma dura crítica às abstrações e concepções a-históricas promovidas pela chamada economia política por meio de seus grandes teóricos e principais expoentes: Adam Smith e David Ricardo. Reagindo a essas concepções, Marx proporá o caminho da adoção de uma noção concreta de universalidade, conceito similar à concepção de Hegel de um todo lógico-real.