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Marx e o processo revolucionário em Hannah Arendt e em Simone Weil

Eduardo Lucas Alves Rodrigues

Autor
Eduardo Lucas Alves Rodrigues
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
11 / 2
Ano
2024
DOI
10.18012/arf.v11i2.70157
Páginas
p.139-150
Idioma
pt
2024Eduardo Lucas Alves Rodrigues. Marx e o processo revolucionário em Hannah Arendt e em Simone Weil. Aufklärung: journal of philosophy, v. 11, n. 2, p. p.139-150, 2024.3

Nosso artigo visa apresentar um estudo comparativo entre os pensamentos de Hannah Arendt e Simone Weil a respeito de suas respectivas reflexões sobre o projeto revolucionário de Marx. Para que esse objetivo nos seja alcançável faremos um recorte pontual em uma das obras de cada uma dessas filósofas. Em Hannah Arendt acompanhamos o pensamento da filósofa em seu livro Sobre a Revolução (2011),[1] principalmente, no início do capítulo A questão Social (pp. 92-99) e no fim de A tradição revolucionária e seu tesouro perdido (pp. 374-390). Em Simone Weil nos dedicaremos ao texto Reflexões sobre as causas da liberdade e da opressão social (1996),[2] principalmente, no capítulo denominado Crítica ao Marxismo (pp. 235-251). Com esse recorte demonstraremos separadamente a crítica realizada por cada uma dessas filósofas, destacando as semelhanças e as diferenças de seus pensamentos. Enfim, apresentaremos brevemente as propostas dessas grandes pensadoras para uma verdadeira ‘revolução’ da condição humana, que, de certo modo, estão no âmbito da filosofia de cada uma delas.