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Naturalismo e existencialismo na teoria moral de Richard Hare

Marco Antônio Oliveira de Azevedo

Autor
Marco Antônio Oliveira de Azevedo
Revista
ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy
Edição
8 / 2
Ano
2009
DOI
10.5007/1677-2954.2009v8n2p247
Páginas
247-254
Idioma
pt
2009Marco Antônio Oliveira de Azevedo. Naturalismo e existencialismo na teoria moral de Richard Hare. ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy, v. 8, n. 2, p. 247-254, 2009.1

Em um artigo de 1966, Amartya Sen procurou mostrar que mesmo Richard Hare, um devoto explícitodo antinaturalismo em ética, ainda que inadvertidamente, incorreu num tipo de naturalismo que Senintitulou de existencial. Neste breve artigo, traço um resumo dessa crítica à teoria de Hare, em especial,da chamada “Lei de Hume”, a qual Sen preferiu apropriadamente intitular “Regra de Hare”. Pretendomostrar como esse tipo peculiar de “existencialismo” nos conduz, ainda que sob o possível protesto deHare e seus seguidores, a conclusões subjetivistas e relativistas sobre a moralidade.