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NEM DUALISMO, NEM MONISMO: A TOTALIDADE INDIVISA DE DAVID BOHM

Cínthia Roso Oliveira, Sofia Inês Albornoz Stein

Autor
Cínthia Roso Oliveira, Sofia Inês Albornoz Stein
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
8 / 16
Ano
2016
DOI
10.36311/1984-8900.2016.v8.n16.03.p13
Páginas
13-28
Idioma
pt
2016Cínthia Roso Oliveira, Sofia Inês Albornoz Stein. NEM DUALISMO, NEM MONISMO: A TOTALIDADE INDIVISA DE DAVID BOHM. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 8, n. 16, p. 13-28, 2016.3

Em Filosofia da Mente, as propostas mais conhecidas são a dualista e a monista, que, em geral, respectivamente, concebem que ou existem duas substâncias no mundo, uma mental e uma material, ou que só existe um tipo de substância, ideal ou material. A proposta denominada dualismo de substância é conhecida atualmente mais como objeto de crítica, sendo que prevalecem no momento diferentes versões da proposta monista, versões ou materialistas ou neutras, como o dualismo de propriedades. Nesse texto, o objetivo é interpretar e contextualizar nesses debates a teoria da totalidade indivisa de David Bohm, que chamaremos de holista. Para tanto, explicaremos inicialmente as características principais da perspectiva bohmiana. Em um segundo momento, mostraremos por que ela não pode ser considerada nem monista e nem dualista. Para num terceiro momento, defender que as características da perspectiva bohmiana se assemelham mais a um tipo de proposta holista.