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O CONCEITO DE BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT NA OBRA EICHMANN EM JERUSALÉM

Felipe dos Reis Jesus, José Aparecido Pereira

Autor
Felipe dos Reis Jesus, José Aparecido Pereira
Revista
Cadernos Arendt
Edição
4 / 8
Ano
2024
Páginas
40-54
Idioma
pt
2024Felipe dos Reis Jesus, José Aparecido Pereira. O CONCEITO DE BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT NA OBRA EICHMANN EM JERUSALÉM. Cadernos Arendt, v. 4, n. 8, p. 40-54, 2024.1

O assunto a ser discutido neste artigo está relacionado a filosofia de Hannah Arendt, filósofa contemporânea e renomada pensadora teórica política do século XX. O objeto de discussão deste artigo está explicitado através da seguinte pergunta: quais são os componentes que fundamentam o conceito de Banalidade do mal em Hannah Arendt? Os procedimentos metodológicos adotados para a construção do texto se fundamentaram na leitura, análise, interpretação e estudos das obras de Hannah Arendt e seus estudiosos. O texto se encontra estruturado em torno de três seções. Na primeira, aborda-se o papel desempenhado por Adolf Eichmann, dentro da burocracia nazista. Na segunda seção, salienta-se como o mal deixa de ser tentação na visão de Hannah Arendt. Na terceira seção, destaca-se a falta de reflexão no comportamento de Eichmann, identificando como a ausência de pensamento crítico desempenhou um papel importante na execução das atrocidades durante o Holocausto. A relevância deste estudo reside na contribuição para a compreensão sobre natureza do mal, da conformidade cega e da responsabilidade individual no mundo contemporâneo.