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O CONTO “NO MOINHO” DE EÇA DE QUEIRÓS: O TRÁGICO E O REALISMO
Dante Gatto, Adriana Monteiro Mendonça
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Dante Gatto, Adriana Monteiro Mendonça
- Revista
- Thaumazein: Revista Online de Filosofia
- Edição
- 9 / 17
- Ano
- 2016
- Páginas
- 37-44
- Idioma
- pt
2016Dante Gatto, Adriana Monteiro Mendonça. O CONTO “NO MOINHO” DE EÇA DE QUEIRÓS: O TRÁGICO E O REALISMO. Thaumazein: Revista Online de Filosofia, v. 9, n. 17, p. 37-44, 2016.1
Tomando como suporte a perspectiva de trágico, conforme Nietzsche (1844-1900), que se constitui num afirmação da vida, considerando a inteireza da mesma, e considerando, também, conforme Miguel de Unamuno (1864-1936) o sentimento trágico da vida enquanto problemática, tomou-se por objetivo deste artigo, refletir os efeitos do realismo literário como proposta artística vitimada pelo positivismo do século XIX. O conto de Eça de Queirós (1845-1900) “No Moinho” serviu de objeto nesse sentido. Concluiu-se por prejuízo ao trágico, observando não só as contingências do positivismo em relação ao ser, mas também aspectos formais como o desempenho do narrador.
