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O discurso de Aristófanes no Banquete de Platão

Luiz Maurício Bentim da Rocha Menezes

Autor
Luiz Maurício Bentim da Rocha Menezes
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
23
Ano
2020
DOI
10.36517/Argumentos.23.5
Páginas
65-73
Idioma
pt
2020Luiz Maurício Bentim da Rocha Menezes. O discurso de Aristófanes no Banquete de Platão. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 23, p. 65-73, 2020.1

O Banquete é a obra de Platão que fala sobre o Amor (Éros) por excelência. Nosso trabalho irá se centrar no discurso proferido por Aristófanes que, no intuito de falar de todos os amores possíveis entre os humanos, irá fazer aquele que seria o primeiro mito sobre gênero, isto é, o mito do andrógino. Será através desse mito que será possível se estabelecer um sentido para a plenitude do amor entre os homens ou, como preferimos dizer, um todo erótico que se forma a partir da divisão da humanidade em três gêneros diferentes. Aristófanes, dessa forma, consegue demonstrar o significado do amor da maneira mais ampla possível. Por fim, iremos confrontar o discurso aristofânico com a defesa do amor dada por Sócrates e a relação que ele estabelece entre o todo erótico e o Bem.