Artigo
Ver fonte original- Autor
- Márcio Alves da Fonseca
- Revista
- Revista de Filosofia Aurora
- Edição
- 21 / 28
- Ano
- 2009
- DOI
- 10.7213/rfa.v21i28.1141
- Páginas
- 73-77
- Idioma
- pt
2009Márcio Alves da Fonseca. O “DITO” E O “ESCRITO”. Revista de Filosofia Aurora, v. 21, n. 28, p. 73-77, 2009.1
O objetivo deste texto é refletir sobre a trama entre o “dito” do curso A Hermenêutica do sujeito e o “escrito” – que corresponde ao curso – posteriormente publicado na forma de livro e de suas traduções. Essa trama denota um certo estilo, característico daquilo que se mantém em aberto e expressa o “modo de ser” próprio de uma filosofia que pode ser compreendida enquanto “ensaio”, ou ainda uma forma de “exercício de si”. Na trama entre a fala pronunciada no curso e as palavras escritas que compõem o livro e suas traduções, percebe-se o esvaecimento da distinção rigorosa entre “forma” e “conteúdo”, característico dos trabalhos de Foucault.
