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O ensino de filosofia no processo de resistência

Alex Fabiano correia jardim, Adhemar Santos de Oliveira

Autor
Alex Fabiano correia jardim, Adhemar Santos de Oliveira
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
20 / 2
Ano
2020
DOI
10.31977/grirfi.v20i2.1513
Páginas
332-346
Idioma
pt
2020Alex Fabiano correia jardim, Adhemar Santos de Oliveira. O ensino de filosofia no processo de resistência. Griot : Revista de Filosofia, v. 20, n. 2, p. 332-346, 2020.2

O presente artigo propõe levantar uma série de problemas para tentar pensar as possibilidades do ensino de filosofia como um processo de resistência e luta contra àquilo que Deleuze e Guattari chamaram de ‘inimigos da filosofia: os pós-kantianos,o filósofo alemão Friedrich Hegel e especialmente, o marketing. A partir da crítica desenvolvida, abordaremos também como o ensino de filosofia poderia criar linhas de fuga àquilo que Silvio Gallo chamou de ‘educação maior’. Pretendemos pensar a filosofia e a educação tendo como fio condutor, a filosofia da diferença de Gilles Deleuze e Félix Guattari. A ideia é tratar a filosofia com criadora de conceito a partir da ideia de‘pedagogia do conceito’, o que nos possibilitaria problematizar uma prática de ensino de filosofia estabelecendo enquanto campo de conversação, a filosofia da diferença e seu ensino, ou seja, tal prática formativa pretende agir por brechas, fazendo emergir possibilidades dos estudantes escaparem na medida do possível, das formas e dispositivos de controle.