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O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: TENSÕES E DIVERGÊNCIAS

Danilo Fernandes Sampaio de Souza, Felipe Barreto Baptista

Autor
Danilo Fernandes Sampaio de Souza, Felipe Barreto Baptista
Revista
Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação
Edição
17
Ano
2017
Idioma
pt
2017Danilo Fernandes Sampaio de Souza, Felipe Barreto Baptista. O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: TENSÕES E DIVERGÊNCIAS. Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação, n. 17, 2017.1

Por mais que tenham, largamente, ocorridos os ciclos de debates para a elaboração das versões da Base Nacional Curricular Comum, doravante BNCC, há, ainda, demasiadas ressalvas à adoção de um Currículo Nacional Comum. Portanto, ressaltamos, aqui, que o conteúdo dessas ressalvas – seja as que faremos, seja as de outros enunciadores – merece ser difundida, pois qualquer que seja a posição contrária tem propósito apresentar as fragilidades desta proposta curricular. Com nossa pesquisa, de cunho qualitativo, buscamos problematizar questões depreciativas ligadas a BNCC. Nosso mote inicial é analisar, à luz do pensamento crítico, o discurso defensor da Base, e, também caracterizar a “emergencial necessidade” ventilada pelo Ministério da Educação – MEC – de se estabelecer uma BNCC para a Educação brasileira.