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O Fantasma de Hegel: plasticidade e auto-diferenciação segundo Malabou

Mirian Kussumi

Autor
Mirian Kussumi
Revista
Perspectivas
Edição
9 / 1
Ano
2024
DOI
10.20873-rpvn9v1-08
Páginas
163-183
Idioma
pt
2024Mirian Kussumi. O Fantasma de Hegel: plasticidade e auto-diferenciação segundo Malabou. Perspectivas, v. 9, n. 1, p. 163-183, 2024.2

O objetivo do presente artigo é analisar a leitura de Catherine Malabou sobre o pensamento hegeliano. Subvertendo a tendência anti-hegeliana que floresceu na produção acadêmica francesa, sobretudo a partir do movimento de 68, Malabou busca identificar como o pensamento de Hegel apresentaria um processo de auto-diferenciação, seja no caso da subjetividade, seja pelo conceito especulativo. Essa releitura, portanto, apresentaria uma reconfiguração do hegelianismo, muitas vezes determinado como totalizante e teleológico, mas, antes de tudo, como avesso à noção de diferença.