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O fenômeno da angústia: interfaces entre Graciliano Ramos e Sartre

Camila Pacheco Gomes

Autor
Camila Pacheco Gomes
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
7 / esp
Ano
2020
DOI
10.18012/arf.2019.50304
Páginas
p.103-114
Idioma
pt
2020Camila Pacheco Gomes. O fenômeno da angústia: interfaces entre Graciliano Ramos e Sartre. Aufklärung: journal of philosophy, v. 7, n. esp, p. p.103-114, 2020.1

Esse texto tem o propósito de dialogar através de um viés filosófico e literário, a temática do fenômeno da angústia, sob uma perspectiva sartriana tendo como pano de fundo o romance Angústia (1936) de Graciliano Ramos. Se, para Sartre, a angústia é ontofenomenologicamente constitutiva da condição humana, Graciliano retrata o fenômeno da angústia descrevendo o sujeito como um ser que é livre e, ao mesmo tempo, aprisionado em sua própria liberdade, experienciando a angústia em sua existência. Palavras-chave: Sartre; Graciliano Ramos; Angústia; Liberdade