Artigo
Ver fonte original- Autor
- Eurico Carvalho
- Revista
- Aufklärung: journal of philosophy
- Edição
- 1 / 1
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.18012/arf.2016.18343
- Páginas
- p.123-130
- Idioma
- pt
2020Eurico Carvalho. O Fim Da Arte, O Tédio E A Miséria Da Vida Quotidiana. Aufklärung: journal of philosophy, v. 1, n. 1, p. p.123-130, 2020.2
Satisfazer a exigência de interrogar a nossa condição de contemporâneos implica, desde logo, uma crítica do presente. Deste ponto de vista, torna‑se manifesto o facto iniludível de a Arte e a Revolução, enquanto práticas de ruptura criativa, estarem em crise. Daí que seja imperativo reler Guy Debord, que tanto recusou a estetização da política (a atitude histérica dos fascistas) como a politização da estética (a obsessão totalitária do estalinismo). Para uma hermenêutica da contemporaneidade, a sua obra é, por certo, um lugar incontornável. Prová‑lo, em suma, constitui o desígnio deste ensaio.
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