Artigo
Ver fonte original- Autor
- Aline de Oliveira Rosa
- Revista
- Polymatheia - Revista de Filosofia
- Edição
- 17 / 1
- Ano
- 2024
- Páginas
- 12-47
- Idioma
- pt
2024Aline de Oliveira Rosa. O GÊNERO MUXE E SUA SUBVERSAO À LÓGICA COLONIAL DE GÊNERO/SEXUALIDADE. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 17, n. 1, p. 12-47, 2024.2
As sociedades originárias Abya Yala compreendiam o gênero de forma não binária, um transitar entre ‘estar’ masculino ou ‘estar’ feminino, ou entre outros. Utilizo o verbo estar e não o verbo ser, descrevendo a dinâmica nestas sociedades. Antes mesmo de Butler e autores pós-modernos trazerem o termo queer, performatividade de gênero, as narrativas indígenas e suas concepções de mundo já carregavam uma fluidez de gênero e sexualidade. É importante destacar que as culturas e tradições dos povos Abya Yala são diversas, contém singularidades únicas, minha intenção não é generaliza-las, mas apresentarei alguns aspectos sobre gênero/sexualidade dos muxe no México.
Palavras-chave:
