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O INEFÁVEL FLUXO DA(S) CONSCIÊNCIA(S)

Joaquim Carlos Senos de Araújo

Autor
Joaquim Carlos Senos de Araújo
Revista
Revista Paranaense de Filosofia
Edição
1 / 2
Ano
2021
DOI
10.33871/27639657.2021.1.2.5905
Páginas
165-180
Idioma
pt
2021Joaquim Carlos Senos de Araújo. O INEFÁVEL FLUXO DA(S) CONSCIÊNCIA(S). Revista Paranaense de Filosofia, v. 1, n. 2, p. 165-180, 2021.5

Trata-se de uma reflexão sobre o problema da definição do conceito de consciência e a sua possibilidade de se manifestar na mente animal, tentando compreender até que ponto as suas qualidades fenomenológicas são comunicáveis. Partindo de pressupostos neurológicos admitidos na ciência atual, estudaremos a consciência animal, forçosamente por analogia com a consciência humana. Recorrendo a exemplos encontrados em vários seres vivos, será debatida a tese do psiquismo zoológico, tentando encontrar a singularidade da consciência animal. Se a consciência pode ser caracterizada enquanto mecanismo biológico, logo o excede. Toda a consciência refere um sentimento primordial que se desenrola num fluxo temporal (tempo da consciência). É a fenomenologia que nos dará uma possível resposta.