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O infinito pode ser estético?

André Brayner de Farias

Autor
André Brayner de Farias
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
52 / 2
Ano
2007
DOI
10.15448/1984-6746.2007.2.2072
Idioma
pt
2007André Brayner de Farias. O infinito pode ser estético?. Veritas (Porto Alegre), v. 52, n. 2, 2007.1

Na filosofia de Levinas, o conceito de infinito é, por excelência, uma categoria ética. O artigo investiga a possibilidade de pensar o infinito como categoria estética, elegendo, para tanto, dois textos particularmente significativos para a compreensão da evolução estética do pensamento levinasiano: La réalité et son ombre e Autrement qu’être ou au-delà de l’essence. A arte é analisada sob o ponto de vista da linguagem, sendo a crítica da ontologia o motivo fundamental do discurso ético e estético. PALAVRAS-CHAVE – Infinito. Estética. Ética. Linguagem.