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O Laboratório Portátil: uma tradução situada

Nara Miranda de Figueiredo, Paola Longo Mantovani, Emiliano Kelm Duet Chagas

Autor
Nara Miranda de Figueiredo, Paola Longo Mantovani, Emiliano Kelm Duet Chagas
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
12 / 1
Ano
2025
DOI
10.18012/arf.v12i1.69638
Páginas
p.173-190
Idioma
pt
2025Nara Miranda de Figueiredo, Paola Longo Mantovani, Emiliano Kelm Duet Chagas. O Laboratório Portátil: uma tradução situada . Aufklärung: journal of philosophy, v. 12, n. 1, p. p.173-190, 2025.2

A possibilidade de obter acesso objetivo à experiência subjetiva tem sido tópico de grande interesse na filosofia, psicologia, neurociência e demais áreas que empreendem a investigação da natureza da experiência subjetiva. Somado às metodologias em terceira pessoa, tradicionais do método científico, ocorre um amplo debate sobre o papel das metodologias em primeira pessoa no que concerne às suas possibilidades de prover conhecimentos capazes de informar às ciências cognitivas. Nesse contexto, o Laboratório Portátil, obra artística participativa de Francisco Varela, pode ser considerada um marco interdisciplinar que oferece visibilidade a três caminhos possíveis de investigação da experiência subjetiva em primeira pessoa, a saber, o introspeccionismo, a fenomenologia e as tradições contemplativas. Neste texto, (1) apresentamos uma versão traduzida desta obra, e (2) oferecemos uma contextualização histórica e teórica acerca de seu conteúdo.