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O LÓGOS E A AÍSTHĒSIS COMO FUNDAMENTOS DA PÓLIS NO PENSAMENTO DE PROTÁGORAS

Gislene Vale dos Santos

Autor
Gislene Vale dos Santos
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Ano
2012
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v5i9.786
Idioma
pt
2012Gislene Vale dos Santos. O LÓGOS E A AÍSTHĒSIS COMO FUNDAMENTOS DA PÓLIS NO PENSAMENTO DE PROTÁGORAS. Prometeus - Journal of Philosophy, 2012.1

Este artigo centra-se na interpretação do pensamento protagórico que consta, principalmente, na obra platônica Teeteto. A partir da clássica defesa de Protágoras, realizada pela personagem Sócrates, procurou-se compreender em que medida o diálogo oferece a possibilidade de pensar a sofística enquanto um movimento filosófico que justifica tanto as coisas da particularidade de cada um (ho ánthropos métros), quanto suas conseqüências públicas (nómos). Destarte, investiga a relação entre aísthēsis (percepção/sensação) e lógos, oferecida à sofística por Platão, e sua consequencia mais direta: a justificação teórica que fornece razão de ser à pólis democrática.