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O lugar de Schönberg na Filosofia da Nova Música de Adorno

Braulyo Antonio Oliveira

Autor
Braulyo Antonio Oliveira
Revista
Artefilosofia
Edição
19 / 35
Ano
2024
DOI
10.69640/raf.v19i35.6923
Páginas
1
Idioma
pt
2024Braulyo Antonio Oliveira. O lugar de Schönberg na Filosofia da Nova Música de Adorno. Artefilosofia, v. 19, n. 35, p. 1, 2024.1

Este artigo busca captar, a partir de uma perspectiva crítica da modernidade musical, a dinâmica que ocorre no interior da Filosofia da nova música entre Schönberg e o progresso, como também apontar para a necessidade de uma melhor delimitação dos papéis que lhes foram atribuídos. Procuramos defender que o propriamente schönberguiano só entra em cena na parte final do ensaio, onde o compositor é visto como uma força contrária ao progresso. Essa desvinculação, que, como veremos, ocorre de uma maneira bem particular, nos permite explicitar a inadequação de se tomar um pelo outro. Schönberg não é o progresso!