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O LUGAR DO ESTRANGEIRO NO ESTADO: ENTRE ARISTÓTELES E AGAMBEN

Rodrygo Rocha Macedo

Autor
Rodrygo Rocha Macedo
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
7 / 13
Ano
2015
DOI
10.36311/1984-8900.2015.v7n13.5442
Páginas
48-59
Idioma
pt
2015Rodrygo Rocha Macedo. O LUGAR DO ESTRANGEIRO NO ESTADO: ENTRE ARISTÓTELES E AGAMBEN. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 7, n. 13, p. 48-59, 2015.3

O presente trabalho tem como objetivo expor as implicações do conceito de estrangeiro no campo político da cidadania. Dito de outro modo, a propõe-se aqui compreender o que torna o ser humano um cidadão, elemento inserido na rotina e na jurisdição da cidade, e o estrangeiro, ente esvaziado de características políticas, e como a polaridade cidadão-estrangeiro se configura na relação entre países após a Modernidade. Para tal, foram visitados os acordos internacionais vigentes de direitos do homem, bem como os textos do filósofo grego Aristóteles confrontados com as ideias do pensador italiano Giorgio Agamben sobre a mesma questão.