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O percurso pela noção de força em Edith Stein

Maria Inês Castanha de Queiroz

Autor
Maria Inês Castanha de Queiroz
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
18
Ano
2018
DOI
10.36517/Argumentos.2017.18.31025
Idioma
pt
2018Maria Inês Castanha de Queiroz. O percurso pela noção de força em Edith Stein. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 18, 2018.1

Neste artigo temos o objetivo de apresentar a pesquisa sobre o desenvolvimento da concepção de força realizado pela filósofa Edith Stein em seus Escritos Filosóficos, Antropológicos e Pedagógicos. Este percurso na obra steiniana tem raízes na surpresa e admiração pela consistência, profundidade e atualidade de sua Antropologia Filosófica na qual elabora a descrição fenomenológica da Pessoa Humana. Ela apresenta influências aristotélico-tomistas em seu corpo teórico e na elaboração do conceito de força que tem pertinência central no dinamismo das dimensões da corporeidade, da psique e do espírito, realçadas em sua unidade. Além de ressaltar o percurso do conceito de força, temos o objetivo de propiciar reflexões sobre a manifestação da força na perspectiva da interação pessoa-comunidade nas vivências do mundo-da-vida. A grandiosidade e densidade do pensamento de Edith Stein aumentam o desejo de nos aprofundar em seu conhecimento que implica numa escuta atenta de nós mesmos e da alteridade. A concepção steiniana de ser humano revela e enfatiza sua visão de totalidade provocando ressonâncias na Psicologia, Educação e ciências afins.