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O processo maquínico primitivo: Pierre Clastres em "Mil platôs"

Sandro Kobol Fornazari

Autor
Sandro Kobol Fornazari
Revista
Cadernos de Ética e Filosofia Política
Edição
2 / 33
Ano
2018
DOI
10.11606/issn.1517-0128.v2i33p21-30
Páginas
21-30
Idioma
pt-BR
2018Sandro Kobol Fornazari. O processo maquínico primitivo: Pierre Clastres em "Mil platôs". Cadernos de Ética e Filosofia Política, v. 2, n. 33, p. 21-30, 2018.2

Partindo da apresentação das principais teses da etnologia de Pierre Clastres, onde se desenvolve o tema da máquina de guerra primitiva, o artigo procura analisar a influência desse pensamento em Mil platôs, de Deleuze e Guattari, mostrando de que modo eles abordam a recusa do evolucionismo para determinar o surgimento do Estado, preocupação presente também em Clastres. Mas, essa influência se faz presente sobretudo na definição do conceito de processo maquínico das sociedades primitivas a partir do mecanismo de conjuração-antecipação.