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O próprio, o estrangeiro e o ponto de vista do universal: Aproximações entre Levinas e Waldenfels

Marcelo Fabri

Autor
Marcelo Fabri
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
6 / 1
Ano
2019
DOI
10.18012/arf.2016.43948
Páginas
p.25-34
Idioma
pt
2019Marcelo Fabri. O próprio, o estrangeiro e o ponto de vista do universal: Aproximações entre Levinas e Waldenfels. Aufklärung: journal of philosophy, v. 6, n. 1, p. p.25-34, 2019.3

O artigo propõe uma aproximação entre Levinas e Waldenfels tomando como ponto de partida a condição responsiva da subjetividade humana. A pergunta que atravessa a pesquisa é esta: como pensar um conceito de universal que não seja sinônimo de apropriação do outro? Ou ainda: o que entender por uma universalidade que se abre ao outro enquanto tal? Para responder a essas questões, propõe-se considerar a universalidade de duas maneiras: o universal da justiça, de que fala Levinas, e a universalidade lateral, de que fala Waldenfels inspirando-se em Merleau-Ponty. Duas maneiras distintas e talvez complementares de se descrever o humano a partir da relação ao estrangeiro, isto é, como afecção e responsividade.