Artigo
Ver fonte original- Autor
- João Hobuss
- Revista
- Revista Dissertatio de Filosofia
- Edição
- 41
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.15210/dissertatio.v41i0.8512
- Páginas
- 305-322
- Idioma
- pt
2015João Hobuss. O QUE NOS DEFINE? ARISTÓTELES E A PSICOLOGIA DO AGENTE MORAL. Revista Dissertatio de Filosofia, v. 41, p. 305-322, 2015.2
Este texto busca apresentar duas teses absolutamente incompatíveis acerca do caráter. (i) uma delas, denominada situacionista, baseada em investigações da psicologia moral contemporânea, sustenta que não há traços robustos que nos definam, que não há a ideia mesma de caráter, e que que todas as ações são determinadas pelas circunstâncias. Outra (ii) apresenta uma visão dura acerca do caráter a partir da ética aristotélica, sustentando que há algo que nos define, o caráter, e que uma vez adquirido, torna-se incontornável. Por fim, o artigo indicará que há passagens na ética de Aristóteles que permitem defender uma leitura alternativa para (i) e (ii).
Palavras-chave:
