- Autor
- Émilien Vilas Boas Reis
- Revista
- Basilíade - Revista de Filosofia
- Edição
- 3 / 5
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.35357/2596-092X.v3n5p37-50/2021
- Páginas
- 37-50
- Idioma
- pt
Este artigo trata do entendimento de Agostinho a respeito da filosofia, sua finalidade e sentido, após sua conversão ao cristianismo em 386. O texto contextualiza sua adesão à filosofia, a partir da leitura do Hortensius, de Cícero, e de como ele reinterpretará a filosofia à luz do cristianismo. Para tanto, serão utilizadas como referências as obras Contra Academicos e De Beata Vita, diálogos escritos em Cassicíaco antes do seu batismo, em abril de 387. O artigo tenciona mostrar como Agostinho parte de um arcabouço intelectual do pensamento antigo para ir além dele através de sua adesão ao cristianismo; assim, ele faz com que a filosofia seja pensada como filosofia cristã. A pesquisa tem metodologia qualitativa a partir de uma análise bibliográfica de textos agostinianos, bem como do uso de bibliografia secundária.
