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On Bayle’s Interpretation of Spinoza’s Substance and Mode

Alex Guilherme

Autor
Alex Guilherme
Revista
Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509)
Edição
3 / 6
Ano
2009
Páginas
11-16
Idioma
pt
2009Alex Guilherme. On Bayle’s Interpretation of Spinoza’s Substance and Mode. Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509), v. 3, n. 6, p. 11-16, 2009.1

Espinosa veementemente argumentou na sua obra que i. uma, e só uma substância existe, ii. que Deus ou natureza é uma substância, iii. que tudo que existe é uma modificação da substância. Entretanto, o que exatamente ele entendeu por substância e modo tem sido fonte de muito debate entre os seus comentaristas. Neste artigo eu proponho averiguar a primeira interpretação dos conceitos de substância e modos dentro da filosofia de Espinosa, que é a interpretação de Pierre Bayle no seu Dictionnaire Critique et Historique no qual ele interpreta Espinosa dentro de uma ótica Cartesiana.  Esta interpretação foi muito influente durante o período do final do século 17 até o final do século 18 porque foi traduzida em várias línguas europeias e atingiu status de leitura obrigatória em cursos universitários. Na primeira parte deste artigo forneço ao leitor uma curta explicação sobre o entendimento Cartesiano e Escolástico dos conceitos de substância e modos. Na segunda parte averiguo a interpretação de Bayle e demonstro que Espinosa não era Cartesiano em relação aos conceitos de substância e modos. Eu concluo este artigo pedindo ao leitor que rejeite a interpretação de Bayle por ser uma interpretação errônea da filosofia de Espinosa.