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“Os fins lógicos nos escapam”: a crítica da alienação em André Breton
João Emiliano Fortaleza de Aquino
Artigo
Ver fonte original- Autor
- João Emiliano Fortaleza de Aquino
- Revista
- Revista Limiar
- Edição
- 6 / 12
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.34024/limiar.2019.v6.10016
- Páginas
- 70-87
- Idioma
- pt
2019João Emiliano Fortaleza de Aquino. “Os fins lógicos nos escapam”: a crítica da alienação em André Breton. Revista Limiar, v. 6, n. 12, p. 70-87, 2019.1
O artigo tematiza a crítica da lógica e do racionalismo de André Breton, buscando mostrar que ela se volta a uma experiência social na qual os fins das atividades humanas escapam aos homens. Por isso, sua crítica da personalidade coerente consigo mesma, da consequência das ações, do trabalho e da obra. Contra essas formas alienadas das atividades humanas, Breton reivindica um conceito de homem determinado pelos desejos e vocacionado à perda e à errância; e, nisso opõe a verdadeira vida (vraie vie) à vida real (vie réele). A hipótese central do artigo é a aproximação da crítica de Breton da crítica da alienação apresentada pela crítica da economia política de Marx.
