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Paideia na "lírica" grega arcaica: a poesia elegíaca e mélica
Giuliana Ragusa, Rafael Brunhara
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Giuliana Ragusa, Rafael Brunhara
- Revista
- Filosofia e Educação
- Edição
- 9 / 1
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.20396/rfe.v9i1.8648422
- Páginas
- 45-62
- Idioma
- pt
2017Giuliana Ragusa, Rafael Brunhara. Paideia na "lírica" grega arcaica: a poesia elegíaca e mélica. Filosofia e Educação, v. 9, n. 1, p. 45-62, 2017.1
O artigo trata da dimensão paidêutica da “lírica” grega arcaica em dois dos gêneros abarcados nessa designação: elegia e mélica (canção). Naquele, observamos um gênero cuja ocasião de performance prevalente era o simpósio; neste, na modalidade coral, o festival cívico-cultual. Lidamos, pois, com poesia essencialmente oral, que só existe de fato quando apresentada à audiência adequada, formada pela comunidade da polis, em diálogo que pensa, celebra, revalida seus valores e tradições, agregando à essencial função estética a paideiado homem grego. Mostram-no a elegia de Teógnis (Megara) e a canção para coro de virgens de Álcman (Esparta), dois representativos nomes em seus respectivos gêneros.
Palavras-chave:
