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PERSPECTIVA TRÁGICA NA ÉTICA DE ARISTÓTELES

Lucas Romanowski Barbosa

Autor
Lucas Romanowski Barbosa
Revista
PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
Edição
9 / 18
Ano
2020
DOI
10.26512/pl.v9i18.30494
Páginas
12 - 30
Idioma
pt
2020Lucas Romanowski Barbosa. PERSPECTIVA TRÁGICA NA ÉTICA DE ARISTÓTELES. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 9, n. 18, p. 12 - 30, 2020.1

Em sua ética, Aristóteles considera alguns pontos os quais nos possibilita dizer que há uma perspectiva trágica. Sob esta premissa, conduziremos nosso trabalho: o principal foco será destacar os aspectos relativos à fortuna, ou seja, aqueles os quais os homens não podem controlar e sem os quais sequer poderiam viver  contingência. Ser bem-nascido, ter boa família e amigos; viver num ambiente onde poucas batalhas sejam travadas e onde os desastres naturais raramente aconteçam. Todo o contexto externo ao indivíduo pode vir-a-ser uma tragédia para com sua aptidão natural que busca um bem comum - chamado por Aristóteles de eudaimonia. A consideração destes aspectos nas relações humanas constitui um aspecto trágico dentro da ética.