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Platão: crítica e censura a poesia

Luciano da Silva Façanha, José Assunção Fernandes Leite, Eliete da Silva Cruz

Autor
Luciano da Silva Façanha, José Assunção Fernandes Leite, Eliete da Silva Cruz
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
13 / 1
Ano
2016
DOI
10.31977/grirfi.v13i1.698
Páginas
37-55
Idioma
pt
2016Luciano da Silva Façanha, José Assunção Fernandes Leite, Eliete da Silva Cruz. Platão: crítica e censura a poesia. Griot : Revista de Filosofia, v. 13, n. 1, p. 37-55, 2016.2

O presente artigo tem como objetivo abordar a questão sobre a natureza da arte, em específico da poesia trágica, seus efeitos sobre os indivíduos e a censura da poesia, segundo a concepção de Platão na obra República, especificamente nos livros II, III e X. Na República, Platão ao censurar, condenar e rejeitar a poesia como um instrumento para a formação dos indivíduos, vai de encontro ao modelo tradicional grego de educação. Sua crítica adentra na tradição de seu povo. Essa postura platônica é pautada sobre o estudo da natureza da poesia, a mímesis, e sobre os efeitos da poesia nos indivíduos. Desse modo, primeiramente apresenta-se a concepção de Platão sobre a poesia, abordando o conceito de mímesis, em seguida a censura platônica a poesia, e algumas considerações.

Palavras-chave: