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Poder, violência e biopolítica. Diálogos (in)devidos entre H. Arendt e M. Foucault
Castor M. M. Bartolomé Ruiz
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Castor M. M. Bartolomé Ruiz
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 59 / 1
- Ano
- 2014
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2014.1.15317
- Páginas
- 10-37
- Idioma
- pt
2014Castor M. M. Bartolomé Ruiz. Poder, violência e biopolítica. Diálogos (in)devidos entre H. Arendt e M. Foucault. Veritas (Porto Alegre), v. 59, n. 1, p. 10-37, 2014.1
Este ensaio tem por objetivo apresentar uma crítica das teses naturalistas da violência. O marco da crítica diz respeito à naturalização da violência, que induz a assimilação do poder como uma forma de violência. Para tanto, retomamos as teses de Hannah Arendt e Michel Foucault sobre o poder e a violência. O objetivo não é elencar as diferenças entre estes autores sobre o tema, que ficam explícitas no desenvolvimento do ensaio, mas mostrar as suas concordâncias a respeito da crítica do poder como algo sinônimo de violência.
Palavras-chave:
