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Políticas do imaginário: História, educação e cultura visual

Cayo Honorato

Autor
Cayo Honorato
Revista
Filosofia e Educação
Edição
8 / 1
Ano
2016
DOI
10.20396/rfe.v8i1.8643691
Páginas
38-62
Idioma
pt
2016Cayo Honorato. Políticas do imaginário: História, educação e cultura visual. Filosofia e Educação, v. 8, n. 1, p. 38-62, 2016.1

Neste texto, repasso algumas questões do livro A guerra das imagens (1990), do historiador Serge Gruzinski, enfatizando o caráter contraprodutivo das visualidades indígenas em relação às imagens cristãs. Mas, principalmente, proponho que essa leitura seja considerada em um contexto particular de problemas, que diz respeito às narrativas do ensino da arte que trabalham a partir das premissas de uma virada pictorial (Mitchell); qual seja: o de um domínio da visão pelas imagens e de um déficit de historicidade das visualidades.