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PRÁTICAS DO PRAZER E FORMAÇÃO DA BIOS EM FOUCAULT

João Roberto Barros II

Autor
João Roberto Barros II
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Ano
2014
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v7i16.2002
Idioma
pt
2014João Roberto Barros II. PRÁTICAS DO PRAZER E FORMAÇÃO DA BIOS EM FOUCAULT. Prometeus - Journal of Philosophy, 2014.1

Nosso foco é problematizar a epimeleia heautou concernente ao período socrático-platônico, durante o qual ocorre a exclusão do oikos como lócus privilegiado para a prática da epimeleia heautou, reservando esta prática ao âmbito da polis. Esta seria, segundo Foucault, uma estratégia para a formação da bios, entendida como opção de resistência aos processos normalizadores do presente. Foucault nos esclarece que as categorias presentes nas rivalidades e nas hierarquias sociais da Grécia antiga estavam presentes também na relação erótica discípulo-mestre, na qual o discípulo aprendia a desfrutar com moderação de suas paixões.