- Autor
- Írio Vieira Coutinho Abreu Gomes
- Revista
- Perspectivas
- Edição
- 6 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.20873/rpv6n1-84
- Páginas
- 52-73
- Idioma
- pt
Esse artigo investiga um possível contraponto à primeira analogia kantiana: as reações químicas. Para tanto se define lei de conservação em geral de acordo com o entendimento da ciência. Essas leis tem uma forma definida constante para todas elas e conteúdos que as diferenciam. Explica-se a primeira analogia da experiência ou doutrina da substância de Kant mostrando que qualquer mudança que notamos em nossas percepções num dado evento, só é possível se algo nesse mesmo evento não sofrer mutação. O elo de ligação da doutrina da substância com as equações químicas é feito a partir do exemplo da queima da lenha na CRP de Kant. Para descobrir qual seja a substância de qualquer evento (inclusive reações químicas) aborda-se a diferença entre pesquisa transcendental (filosófica) e pesquisa empírica (científica). A pesquisa empírica é entendida como subordinada à pesquisa transcendental, dessa maneira prova-se que a química é compatível com a doutrina da substância de Kant.
