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PROLEGÔMENOS INTERPRETATIVOS AO PENSAMENTO DE JACQUES DERRIDA

Carlos Eduardo Japiassú de Queiroz

Autor
Carlos Eduardo Japiassú de Queiroz
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Edição
10 / 24
Ano
2017
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v10i24.7177
Idioma
pt
2017Carlos Eduardo Japiassú de Queiroz. PROLEGÔMENOS INTERPRETATIVOS AO PENSAMENTO DE JACQUES DERRIDA. Prometeus - Journal of Philosophy, v. 10, n. 24, 2017.1

O que é deveras espantoso no pensamento do filósofo francês Jacques Derrida é a quantidade de conceitos e dogmas postos em xeque nos seus escritos. O nível indagatório do questionamento crítico é de tal modo elevado que nos resta perguntar: escapa alguma resposta ou conclusão? Ou, melhor: qual o propósito de tamanha negação? Neste sentido, principalmente a partir do estudo do ensaio A estrutura, o signo e o jogo no discurso das Ciências Humanas, o qual compõe a obra A escritura e a diferença, propomos uma reflexão de noções filosóficas que se colocam como, a nosso ver, partis pris teórico de seu método de pensamento; entre elas, focamos o trabalho no logos, no pós-estruturalismo e na escritura.