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RAHEL E A QUESTÃO JUDAICA: SEYLA BENHABIB E A GENEALOGIA DA MODERNIDADE EM ARENDT
Paulo Eduardo Bodziak Junior
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Paulo Eduardo Bodziak Junior
- Revista
- Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
- Edição
- 5 / 10
- Ano
- 2013
- DOI
- 10.36311/1984-8900.2013.v5n10.4544
- Páginas
- 244-260
- Idioma
- pt
2013Paulo Eduardo Bodziak Junior. RAHEL E A QUESTÃO JUDAICA: SEYLA BENHABIB E A GENEALOGIA DA MODERNIDADE EM ARENDT. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 5, n. 10, p. 244-260, 2013.2
Em sua obra de “The Reluctant Modernism of Hannah Arendt”, Seyla Benhabib faz o exercício de questionar a formação da concepção arendtiana de modernidade. Retornando à biografia de Rahel Varnhagen, a comentadora aponta para a experiência privilegiada dos salões berlinenses como referências mais interessantes para se pensar a esfera pública, derivando daí um possível universalismo moral de Hannah Arendt. Após expor esta tese de Benhabib, apontamos, em sentido diverso, para a impossibilidade deste exercício em Arendt, mostrando que os salões não poderiam se constituir como referência para a esfera pública por não favorecerem a atividade da ação.
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