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Razão (prática) e natureza na Crítica da faculdade do juízo

Heiner F. Klemme

Autor
Heiner F. Klemme
Revista
Trans/Form/Ação
Edição
32 / 1
Ano
2009
DOI
10.1590/S0101-31732009000100004
Páginas
55-72
Idioma
pt
2009Heiner F. Klemme. Razão (prática) e natureza na Crítica da faculdade do juízo. Trans/Form/Ação, v. 32, n. 1, p. 55-72, 2009.2

Na Crítica da Razão Pura e em outros lugares, Kant apresenta uma aguda distinção entre natureza e razão prática. De acordo com Kant, não é possível deduzir ou derivar todos os sentidos dos imperativos morais dos conhecimentos empíricos sobre o mundo. Alguns intérpretes (como John MacDowell) argumentam que a concepção de razão prática em Kant pode ser ilusória se baseada em uma visão da natureza indefinida, decorrente de um ponto de vista newtoniano. Nesse texto discutirei a relação entre razão prática e natureza na Crítica da faculdade de julgar de Kant. Argumentarei que na segunda parte da obra, Kant introduz um conceito de natureza muito mais rico que as críticas lhe têm atribuído.

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