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Representação do gênio e do homem de gosto:: Considerações e relações da antiguidade clássica à Rousseau

Luciano da Silva Façanha

Autor
Luciano da Silva Façanha
Revista
Kalagatos
Edição
16 / 1
Ano
2021
DOI
10.23845/kgt.v14i3.145
Páginas
20-33
Idioma
pt
2021Luciano da Silva Façanha. Representação do gênio e do homem de gosto:: Considerações e relações da antiguidade clássica à Rousseau. Kalagatos, v. 16, n. 1, p. 20-33, 2021.2

Na história da filosofia, é perceptível a existência de uma dificuldade em relação ao indivíduo criador daquilo que deu-se o nome de representação artística. Da antiguidade clássica até a modernidade, determinou-se, sob a luz de algumas correntes de pensamento, conceitos relacionados às características do artista. Entre a representação de um Gênio divinamente inspirado e a representação de um Homem de Gosto apurado por sua formação educacional, transitaram estes conceitos. Propõe-se examinar e expor o pensamento de alguns autores da antiguidade grega ao filósofo genebrino Jean-Jacques Rousseau.