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ROLAND BARTHES: UM SEMIÓLOGO NÔMADE

Francisco Bocca

Autor
Francisco Bocca
Revista
Revista de Filosofia Aurora
Edição
15 / 17
Ano
2003
DOI
10.7213/rfa.v15i17.1624
Páginas
11-27
Idioma
pt
2003Francisco Bocca. ROLAND BARTHES: UM SEMIÓLOGO NÔMADE. Revista de Filosofia Aurora, v. 15, n. 17, p. 11-27, 2003.2

O presente artigo tem por encargo descrever, de maneira panorâmica, o percurso intelectual trilhado por Roland Barthes no que diz respeito às suas pesquisas na área de fundamentação e de análises semiológicas empreendidas sobre fatos culturais. Veremos, e por isso o chamamos nômade, como, tendo partido de uma adesão ao estruturalismo científico de cunho saussuriano percorreu-o aos seus limites até desembocar em sua renúncia, assumindo a análise hermenêutica como alternativa de compreensão da cultura. Para efeito de análise e ilustração, serão enfocadas algumas obras pontuais consideradas de relevância apresentadas em ordem cronológica, iniciando com Mitologias e encerrando com Aula, dando destaque para e intermediária Sistema da moda, entre outras. Esperamos com isso dar conta da construção de um roteiro confiável de sua produção intelectual.