Artigo
Ver fonte original- Autor
- Aline de Oliveira Rosa
- Revista
- Polymatheia - Revista de Filosofia
- Edição
- 15 / 2022
- Ano
- 2022
- Páginas
- 164-190
- Idioma
- pt
2022Aline de Oliveira Rosa. Rompendo com o colonialismo de gênero. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 15, n. 2022, p. 164-190, 2022.3
Não apenas a mulher, mas todo tipo de subjetivação que escapa o termo ‘Maior’ masculino, sua sexualidade é negada, é ela o não-discurso. Neste artigo proponho pensar os corpos não normativos, não binários, para além das categorias coloniais. Uma abordagem de gênero e sexualidade como performance poético/estético, um fazer que é sempre devir e político e que também inscritos sobre raça, pensando gênero-sexualidade-raça categorias inseparáveis. Para além da perspectiva masculina/feminina, homem/mulher, mas um grito rebelde que rompe com a estrutura da própria língua, produzindo novos discursos, novas simbolizações dos lábios, construindo novas performatividades.
Palavras-chave:
