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ROQUENTIN, CONTIGÊNCIA E NÁUSEA

Luis Anderson de Moraes Diaz

Autor
Luis Anderson de Moraes Diaz
Revista
Eleuthería - Revista do Mestrado Profissional em Filosofia da UFMS
Edição
2 / 2
Ano
2017
Páginas
24 - 45
Idioma
pt
2017Luis Anderson de Moraes Diaz. ROQUENTIN, CONTIGÊNCIA E NÁUSEA. Eleuthería - Revista do Mestrado Profissional em Filosofia da UFMS, v. 2, n. 2, p. 24 - 45, 2017.1

Neste artigo faremos uma breve análise acerca da náusea e o sentimento de existência no romance, A Náusea, de Jean-Paul Sartre. Pretendemos neste ensaio enfatizar como o sentimento de náusea está ligado à consciência de que a existência é pura contingência, pura gratuidade, ou seja, não ligada a nenhuma causalidade que dê um significado, a priori, para a existência. A inquietação existencial de Roquentin é fruto da consciência que, gradualmente, se depara com sua própria realidade contingente.