- Autor
- Neusa Maria Rudek
- Revista
- Revista DIAPHONÍA
- Edição
- 1 / 2
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.48075/rd.v1i2.13466
- Idioma
- pt
Com o presente trabalho pretende-se, a princípio, expor a construção sartriana de humanismo existencial, fundamentado a partir do conceito de “liberdade” como condição de existência. A obra basilar condutora da pesquisa e seu respectivo autor é O Existencialismo é um Humanismo de Jean-Paul Sartre. “A existência precede a essência”: ao enunciar essa máxima, Sartre formula o seu princípio de humanismo. O homem primeiro existe; depois se define. O homem existe e é livre para construir-se por meio de suas escolhas. Não há uma essência que o anteceda e o determine a um objeto limitado por possuir uma finalidade intrínseca. O filósofo emprega o conceito de para-si para referir-se ao homem. Somente o homem pode projetar-se, lançar-se para o futuro. O para-si possui estruturas transcendentais que permitem esta projeção. Abrir mundo é “liberdade”, é humanidade. Sartre reconhece uma “angústia” que provem da condição de se estar aprisionado as escolhas e responsabilidades e de se estar consciente de que as escolhas e suas implicações não remetem a nada.
