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Schopenhauer e o darwinismo, de David Asher

Antonio Alves Pereira Junior

Autor
Antonio Alves Pereira Junior
Revista
Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
Edição
14 / 1
Ano
2023
DOI
10.5902/2179378674246
Páginas
e74246
Idioma
pt
2023Antonio Alves Pereira Junior. Schopenhauer e o darwinismo, de David Asher. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 14, n. 1, p. e74246, 2023.3

Antes de qualquer coisa, o leitor do presente artigo encontrará uma grande preocupação de David Asher em transmitir o pensamento filosófico de Schopenhauer para o leitor britânico da época (1871), isso fica claro, pois esse empreendimento por vezes levou o autor a fazer citações ultra extensas de Schopenhauer (das quais ele mesmo traduzia da língua alemã para o inglês). Nessas longas citações/traduções que o autor faz do filósofo, tratei de copiá-las da tradução brasileira de Jair Barboza d’O mundo como vontade e como representação. Sempre especifico essas cópias em notas, por isso, meu trabalho foi de fazer uma tradução parcial: traduzir o próprio Asher e não o texto de Schopenhauer traduzido por ele. Outro ponto muitíssimo importante a ser levado em consideração é que o presente texto foi comprovadamente lido pelo próprio Charles Darwin, tal como devidamente mostro na nota de rodapé número 16.