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Signos, Linguagem e Conhecimento em De Magistro de Agostinho

Martin Motloch

Autor
Martin Motloch
Revista
Princípios: Revista de Filosofia (UFRN)
Edição
31 / 66
Ano
2024
DOI
10.21680/1983-2109.2024v31n66ID35609
Idioma
en
2024Martin Motloch. Signos, Linguagem e Conhecimento em De Magistro de Agostinho. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 31, n. 66, 2024.2

Resumo: Em seu diálogo De Magistro, Santo Agostinho debate se um ser humano pode ensinar algo a outro por meio da linguagem. Para tanto, ele desenvolve sua semântica e uma teoria semiótica geral. O primeiro e menor objetivo do artigo é mostrar que a concepção agostiniana de linguagem de Wittgenstein (1953) se aplica à semântica de Agostinho. O segundo e principal objetivo é mostrar que a sua conclusão céptica é epistémica e deriva das suas fortes exigências de justificação. Para Agostinho, o conhecimento requer familiaridade com os objetos epistêmicos. No caso do conhecimento sensível, a justificação consiste na percepção direta; no caso do conhecimento intelectual, ela consiste na compreensão graças à iluminação divina. Palavras-chaves: Santo Agostinho, Concepção agostiniana da linguagem, Ensinar, Significabilia.