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Símbolo e sabedoria prática: C.G. Jung e o Mal-estar da Modernidade

MARCO HELENO BARRETO

Tese
Autor
MARCO HELENO BARRETO
Orientador(a)
FERNANDO EDUARDO DE BARROS REY PUENTE
Universidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS — UFMG
Programa
FILOSOFIA
Grau
DOUTORADO
Ano
2006
2006MARCO HELENO BARRETO. Símbolo e sabedoria prática: C.G. Jung e o Mal-estar da Modernidade. 2006. Tese (DOUTORADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS, MG. Orientador(a): FERNANDO EDUARDO DE BARROS REY PUENTE.3

Neste trabalho, concedendo-se que há uma dimensão filosófica reconhecível no campo da psicoterapia contemporânea, busca-se determinar a natureza desta dimensão como análoga à phronesis ou sabedoria prática constitutiva da vida filosófica segundo as escolas da Antiguidade. Para tanto, a psicologia analítica concebida por Carl Gustav Jung é tomada como objeto de análise, demonstrando-se como em sua dimensão prática ela pode ser adequadamente compreendida como uma forma de sabedoria prática, nomeadamente como uma hermenêutica vivida das imagens simbólicas. Paralelamente a essa demonstração, o sentido histórico, filosófico e cultural da psicologia analítica é explicitado a partir de sua inserção na experiência da modernidade, como uma busca de respostas para os sofrimentos anímicos engendrados por esta mesma experiência.