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Sobre a definição de afeto na EIII de Benedictus de Spinoza

Francisca Juliana Barros Sousa Lima

Autor
Francisca Juliana Barros Sousa Lima
Revista
Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509)
Edição
15 / 26
Ano
2024
Páginas
29-33
Idioma
pt
2024Francisca Juliana Barros Sousa Lima. Sobre a definição de afeto na EIII de Benedictus de Spinoza. Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509), v. 15, n. 26, p. 29-33, 2024.1

O objetivo deste artigo é analisar as definições de afeto presentes na terceira parte da Ética de Benedictus de Spinoza (1632-1677). A primeira definição de afeto está no início da EIII, enquanto a segunda está no final da mesma parte (Definição geral dos Afetos). É importante salientar que, na EIIIDef.3, a noção de afeto envolve paixões e ações. Na definição presente no final da EIII, o afeto é entendido como paixão do ânimo. A partir dessas considerações, resta-nos o seguinte questionamento: existem divergências entre as definições de afeto, apresentadas na EIII, ou essas se complementariam? Além disso, analisaremos as especificidades que envolvem as noções de paixão (afeto passivo) e ação (afeto ativo).