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Sobre a metafísica da música: Schopenhauer, Wagner e Nietzsche

Gabriel de Freitas Gimenes

Autor
Gabriel de Freitas Gimenes
Revista
Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
Edição
15 / 1
Ano
2024
DOI
10.5902/2179378688792
Páginas
e88792
Idioma
pt
2024Gabriel de Freitas Gimenes. Sobre a metafísica da música: Schopenhauer, Wagner e Nietzsche. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 15, n. 1, p. e88792, 2024.2

No terceiro livro de o Mundo como vontade e representação, Schopenhauer desenvolve considerações sobre estética, apresenta os conceitos de belo e sublime, descreve as artes plásticas e poéticas, até chegar na música e na caracterização desta enquanto distinta de todas outras artes. A leitura deste livro teria impressionado o jovem Nietzsche, especialmente a concepção de música como obra de arte fundamental, sendo esta inspiração comum na estética schopenhaueriana um dos temas de sua interlocução com Wagner. O objetivo deste artigo é acompanhar esse livro para seguir a formulação da metafísica da música de Schopenhauer e apresentar brevemente um pouco da recepção desta metafísica no escrito de Wagner sobre Beethoven e na obra inicial de Nietzsche.